Larian confirma uso de IA generativa em 'Divinity' e provoca onda de críticas
Estúdio confirma uso de IA generativa em “Divinity” e enfrenta críticas sobre autoria e transparência.
A desenvolvedora por trás da franquia “Divinity” confirmou que está utilizando inteligência artificial generativa no processo de produção, movimento que acendeu críticas da comunidade e reacendeu o debate sobre os limites do uso de IA na criação de jogos.
Contexto
A confirmação veio a público junto com discussões sobre a aplicação de modelos de IA em etapas de desenvolvimento. A adoção ocorre em um cenário em que estúdios buscam acelerar fluxos de trabalho, enquanto jogadores e profissionais cobram transparência e salvaguardas para a autoria humana.
Reações e desdobramentos
Após o anúncio, parte do público manifestou preocupação com impactos sobre empregos criativos, originalidade e possíveis vieses nos resultados gerados por máquinas. A discussão também alcança aspectos legais, como direitos autorais e a origem de dados utilizados no treinamento dos modelos.
Impactos para o setor
Para a indústria, a notícia reforça a tendência de incorporar IA a pipelines de arte, design narrativo e QA, elevando a produtividade. Ao mesmo tempo, pressiona estúdios a adotarem políticas claras de crédito, consentimento e auditoria, a fim de preservar a confiança da comunidade e o valor da criação humana.
Próximos passos
Espera-se que a desenvolvedora detalhe escopo e limites do uso de IA, bem como os mecanismos de revisão humana. O debate deve prosseguir, com a possibilidade de códigos de conduta e práticas de mercado mais robustas sobre o emprego de IA em jogos.
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